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..::: Verso & Prosa :::..

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 NOTA PRÉVIA

Uma das coisas que mais me emocionam,
é saber que quase todas as coisas me emocionam.
Entre elas estão algumas especiais:
O amor, a natureza, as amizades...
Escrevo tentando buscar minha paz nestas verdades
e dividi-las com quem possa.
Com a alma livre, sinto sede de expressão.
Se assim ou de outra forma não o fizer,
perco-me e até morro em mim.
por isso, sempre peço que aceitem
a minha sensibilidade
como sendo o que tenho de melhor.

Wellington Ribeiro

Inspirações


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 4.3.07

Meu jeito


Do jeito que vejo
O dia pontuar a manhã
Do jeito que vejo
O beija-flor na janela
E da janela
As crianças na escola
A brincar
Do jeito que vejo
E ouço a canção
A me remeter para
Tempos imemoriais
Do jeito que falo, que ando, que piso
Do jeito que viso
O ser fundante em mim
Esse é o meu jeito.

A BORBOLETA (Quintaneando)


Ser e não ser
Como a borboleta
Quando “canta” linda e livre e bela e solta
Mesmo que digam que borboleta não canta
Mas, vá saber
Por acaso, alguém fala língua de borboleta?

Poema para o amor antigo


Revejo-te
Ante a minha retina
Com olhos velhos e sem graça

O brilho próprio da tua tez e olhos
Já não são os mesmos
Foram alocados por nova impressão

Revejo-te
Ante a minha retina
Mas o amor..., o amor
Penso que lá no fundo do meu secreto
Ainda exista
Marcado, transformado, vivo
Na forma de meu carinho

Revejo-te
Ante minha retina
Não mais como antigamente.

Preâmbulo


O tempo é eterno, a vida muda e transforma-se
Tão breve quanto um sorriso.
As possíveis agruras dão lugar ao renascimento…
Vista com olhos novos, a vida, e o ar que adentra as ventas,
Independente do progresso, é puro, de verdade...
Refaz-me feliz.
Exorto sempre a quem me ler que conheça,
Admire e ame a personagem que aqui vive.
Apesar do suor, posto que me dôo,
Já não sou eu, mas a alegria em forma de canção a embalar cada Palavra trocada, purificando o silêncio das entrelinhas.
Faz querer mais e mais o objeto do meu desejo, a vida.
E a canção me alegra e continua num sonido peculiar,
Tal batida de coração, respiração e sangue a pulsar.
Espalha-se misticamente, implacável e imperceptível.
Bem vida como benção de anjos, revoada de borboletas quando o Verão anunciam.
Ah... quem dera fosse esta sensação perene...
Dos seres me veria em triunfo.

Perdas


Um homem pode perder a mulher,
O carro e o eixo do umbigo.
Pode perder a eira, a beira e até um amigo.
Pode perder a consciência, a inocência sem perder a decência.
Um homem pode perder-se ganhando ou ganhar-se perdendo.
Pode perder o vício com sacrifício ou moral num tribunal.
Pode perder coisas raras como a vergonha na cara
Ou coisas de suma importância como a memória da infância.
Pode perder a identidade, mas não a dignidade.
Perder o juízo sem levar prejuízo.
Perder vaidades, futilidades, oportunidades e até a vontade.
Mas um homem tem de ter tolerância;
Perder a paciência é ignorância.

Divagando


O vento a soprar forte
balançando, espalhando e despenteando a árvore.
A música baixa inunda a sala.
E da janela viajo para tempos distantes;
sorrio por viver pouco e
ter vivido tanto.
Choro também por ter saudade,
saudade de mim.

Um poeta de verdade


Se um poeta de verdade
eu fosse,
escreveria um poema de presente.
Um poema pequeno e profundo
Para contagiar de amor
O mundo que morre sem amar.

Se um poeta de verdade
eu fosse
plantaria girassoís de
várias cores para
colorir, de vida, a vida dos
imperfeitos amores.

 14.4.05

A Hora Derradeira


Quando desta me for,
Vistam-me de poeta e "coroai-me de rosas".
Unjam o meu corpo com alfazema para
Atenuar o astral pesado.
Leiam-me um belo texto para matar de inveja os defuntos ao lado.
Lágrimas, só as sinceras.
Dos amigos íntimos, dos grandes amigos!,
Dos parentes que considero e
De uma ou outra simpatia.
Os desafetos, se os tiver, despretensiosamente,
Penso que lamentarão.

Quando desta me for, se logo for,
Não deixarei bens, dívidas ou filhos.
São heranças pessoais, intransponíveis.
Aliás, os bens, se existirem serão disputados, à unha,
Pelos ratos consangüíneos.
Dívidas, até hoje, só ouvi falar.
Passaram ao largo de mim.
E os filhos foram um "sonho" do começo de vida nunca realizado
por questões pessoais e de sobrevivência.

Quando desta me for quero que bebam a minha partida.
Uma rodada de um bom "Chileno" anestesiará os ânimos
Sem embriaguez.
Deixando tudo calmo e requintado como numa reunião de amigos.
Setenta e duas horas depois, fechem o ataúde e me levem a ser
Lambido e saboreado pelas línguas incandescentes.
O que de mim ficar, pouco importa.
O epitáfio expressará...
A missão estará cumprida.
O que se for estará guardado pela canção da perenidade...

Saudade dói


Inda ouço o seu gargalhar
A trinar em meus ouvidos
Como o apito do marinheiro
Que um dia fui.
Três luas se vão,
E continua viva em meu coração
Como a canção que em
Seu colo me embalava.
Sei que está ao meu lado
E seus sinais são visíveis,
Mal comparando,
Com os da "Libélula" em película.
Minhas lágrimas, hoje,
São só um pouco da saudade que sinto.
Mas, não se aflija, minha vozinha,
Vai passar...
Embora, inda ouça o seu gargalhar
A trinar em meus ouvidos...

Batismo


Banha-me do teu amor
Sem pudor
Enquanto podes
Banha-me do teu amor
E sobrevivamos do odor curado no ar
Banha-me...
Simplesmente banha-me e
Entra, senta, deita e come...
Como se, o meu coração, a tua casa fosse
E que seja
Mas, banha-me com teu amor
Sempre que quiseres, que puderes
E leva contigo a minh'alma
Cativa.

Ser Brotinho


Tenho conjeturado dias a fio sobre a questão
do que é "ser brotinho", gíria carinhosa dos Anos Durados.
Aí, descobri que ser brotinho é tão "complexamente fácil"
que resolvi dar voz à pena, depois ao teclado,
e abarcar numa dissertação singela presenteando
um jovem amigo, dizendo que ser brotinho independe
de muitas coisas como idade ou posição social.
É mera ousadia, sem rebeldia, sem causa e muitos ganhos.
Pois ser brotinho ou se é, ou não.
É acordar todo dia com olhos de quem os têm novos.
É comer ovos, tomar Nescau e cereais pela manhã.
Ser brotinho é achar que o mundo é cor de rosa
sem esquecer outros matizes.
É dar bom dia pro Sol e ser amigo da Lua.
É ir à praia, jogar frescobol, tomar água de coco e se bronzear...
Como diz o Bial: “sem esquecer de usar o filtro solar”.
Ser brotinho é sonhar e realizar que a sua Nação é a melhor do mundo.
É se aculturar certo de que este é o caminho; e que não há outro.
É dar beijo na boca com variações e não ter compromisso ou preconceito.
É, às vezes, perder o juízo e, mais tarde, bem mais tarde, recuperar.
Porque o bom de ser brotinho é poder "ficar"
Sem se preocupar com o que outros vão dizer.
Ser brotinho é aproveitar a mágica da vida...
É respeitar os mais velhos, as crianças e aprender com eles também...
Sem esquecer que canalhas também já foram crianças, e envelhecem...
Ser brotinho é saber que tem coração, pulmão, pressão,
intestino e, se for menino, próstata.
E que sendo amigo deles, eles também serão seus amigos.
Ser brotinho e tudo isso e mais um pouco.
É felicidade, cidadania, dignidade, alegria e, sobretudo responsabilidade...
Sem esquecer de usar, como diria o Pedro Bial:
fio dental, enxagüante bucal, camisinha e filtro solar.

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Precisa-se de um amor urgente
Não para ter saudade
Mas para ser freqüente
Nem precisa ser de cama, mesa e banho
Nem precisa ser grande ou pequeno
Muito ou pouco
Pois amor não tem quantidade nem tamanho
Basta que seja amor
Precisa-se de um amor único e completo
Enquanto exista
E que resista ao inesperado

Precisa-se de um amor urgente
Para fazer carinho, denguinho
E muitos outros "inhos"
Regados por um bom vinho
Só para perfumar e rimar
Precisa-se de um amor
Precisa-se de um amor urgente
Só para ter a certeza de
Não ser só.

Meu Jeito


MEU JEITO


Do jeito que vejo
O dia pontuar a manhã
Do jeito que vejo
O beija-flor na janela
E da janela
As crianças na escola
A brincar
Do jeito que vejo
E ouço a canção
A me remeter para
Tempos imemoriais
Do jeito que falo, que ando, que piso
Do jeito que viso
O ser fundante em mim
Esse é o meu jeito.

 5.6.04

Inebrio


* Para o amigo Cláudio Cavalcante.

Perdidos vi seus olhos
Num mundo de exuberância e prazer
Tantando ocultar o que a razão diz
Da janela dos seus olhos vi
Uma luz inundando seu rosto
E o deixava feliz
Ledo engano
Raios e trovões nunca
Demoram a estilhaçar
Um peito desguarnecido.


* Cláudio,meu amigo,faleceu em 20/jan/03.


Entre o tudo e o nada


Na vida conquistei muitas coisas
Algumas, dentro do possível
Me satisfizeram
Pois as impossíveis,quando levadas
Ao extremo, se perderam
Conquistei-as mais com o coração
Do que com as mãos
Postas somente como instrumento

Conquistei tudo e nada
Um tudo tão iminentemente forte
Que parecia muito
E um nada tão grandiosamente apaixonante
Que parecia tudo
Porém, descobri que o tudo prezado
Não é o bastante
E o bastante,passa ao largo do nada.

 29.5.04

Tipos de amizade


Amizade fraternal
Para quem gosta de Natal
Amizade de recurso
Para quem quer "amigo urso"
Amizade colorida
Para quem está de bem com a vida
Amizade eventual
Para gosto virtual
Amizade particular
Para quem precisa confidenciar
Amizade de fim de carta
Para quem gosta de vida farta ("de amigos")
Amizade à primeira vista
Para quem precisa (ou não) de oculista
Amizade interesseira
Para deixar na perambeira
Amizades ruins
Amizades boas
Amizades não cruzam nosso caminho à toa
Vêm e vão feito aves de arribação
Tem as que ferem
As que fortalecem o coração
As que dizem, sim
As que dizem, não
Enfim, amizades sejam de que tipo forem
São a ligeira impressão que temos de não
Estarmos sós.

Apelo


Deixa-me ter diante de ti
Na tentativa de merecer-te por inteiro.
Seria o pleno companheiro;
O mais tenaz escudeiro
A proteger-te por fim.

Deixa-me invadir-te com o meu amor,
A toda custa e dor;
Mas só te ter para mim.
Inebriar meu coração
Na louca busca de querer.
E que, também, me queiras
Como te desejo: lânguida e formosa.
Cheirando a rosas
Das mais belas que há.
Então serás o soro para os meus males,
A manhã dos meus dias,
A lua a crescer
Nas fases dos mes sonhos...

Deixa-me ter como teu guia.
Levar-te pela trilha que escolheres.
Embrenharemos mundo a dentro
Escoltados pelo sacramento de viver paixão.
Deixa-me sentir-te seduzida
Como a folha conduzida pelo vento.
Despojada... livre...leve... solta...
Dona de mim.
Deixa o tempo passar
Para me trazeres dentro de ti
Como teu próprio sangue...
Para me fazeres existr
Como teu homem...
Para me dizeres que é assim
Que devidamente me queres...

 22.5.04

Dilema


Se sofrer de dor
Que a morte me consuma;
Se de amor
Que me embalem uns versos...

 20.5.04

O Lápis


Do lápis
A ponta pontua,
Em ponto,
a manchinha arredondada
E, ponto.
Numa pontada voraz,
A língüa lança
Um verbo em pontaria
Aquecendo a fria
Superfície da lauda.

Felicidades Básicas


Um telefonema inesperado.
A saudade saciada.
Uma música fazendo sonhar.
Colônia nova.
Informação.
Comida de mãe.
Colo de mãe, também.
Os amigos queridos.
Nostalgia, poesia...
A roupa "caindo como luva".
Sapatos combinado.
O amor.
Beijo de língua.
Sem língua também...
Voz sussurrada no ouvido.
E um "Juan Carrau", safra 95.

 16.5.04

Guardo a flor


Guardo a flor que
Tu me deste
Como guardo para a eternidade
O ato, o fato...

Guardo o carinho,
Toda a singeleza,
A beleza
Da cor da flor e
A terna presença
Do teu olhar delicado no meu.

Guardo-a, em tempo,
Com a sua poesia natural e
Total zelo.

Guardo, ainda,
Junto às pétalas desfolhadas,
Exalando num canto qualquer,
Um aroma que remoça
Lembrando breve estação.




O beijo


Teu beijo me aquece
As entranhas
Como um corisco, à noite,
Rasga o céu.
Teu beijo me dá fogo,
Me lambe, acende
Numa química secreta, indecente.

Teu beijo me intimida
Quando não te posso ter,
Mas, me excita quando te quero inteiro
Num ritual mágico e verdadeiro...

Tua presença


Repouso a tua presença
Nos espaços vagos da minha memória.
Prendendo-te a mim
Pelas rédeas longas do meu pensamento.

Amo-te, ainda,
Mesmo que não te importes.
À noite, saio pelas sombras das ruas
A procurar teu gosto
No beijo frio de outras bocas.
Bocas que nem sei de onde vêm,
Nem para onde vão.

Não sei se sofro e grito,
Se me contento e me engano
Com a onírica presença tua
Repousada
Nos espaços vagos da minha memória.

 15.5.04

Fusão


Vou socorrer minha sozinhez
No aconchego do teu abraço.
Perder a noção do tempo
Para que passe e não me leve de ti.

Vou imergir no córrego do teu sangue
Fundir-me a ele
Feito gota minúscula outonal,
Invisível, indizível, divinal...

Vou partir de viagem ao teu coração.
Serei tua pulsação,
Tua respiração o quanto puder.
E a tua metade,
Com a propriedade
De te ser
Ao que der e vier.

Covardia


De todos os medos que se tem,
O maior deles é saber que se tem medos
Por não saber de onde vêm.
Medo dos ouvidos, dos gritos,
Dos olhares bandidos.
Porque só Deus sabe o que sentem
E roubam.

De todos os medos que se tem,
O pior deles talvez seja descobrir
O medo de si próprio.
Da sombra da consciência,
Da decadência da alma,
Da paixão ensandecida e
Da traição.

De todos os medos que se tem,
O mais covarde deles é
O medo da própria vida
Todos os dias invadindo ventas a dentro
Como um mar encapelado
Pondo a nós, pobres naus
À deriva.

A flor mais bela


A flor mais bela
Vem na primavera,
Enfeita o meu jardim.
Fico olhando da minha janela
Vendo a cor do seu carmim.
Detesto a chuva que lhe molha.
Desprezo o vento que lhe beija.
Abro a janela, toda primavera,
Só pra vê-la.
Quisera ter o seu perfume,
Quisera ser o seu sonhar.
À noite, ouvir seu queixume,
Ser o orvalho que pousa na pétala.
Eu fico da minha janela
Toda primavera só pra ver
A flor mais bela, cada vez mais bela,
Aparecer.

Sobrevida


Vou sobrevivendo tal pequena
Árvore no topo de um espigão
Protegida por uma nesga de céu.
Do ar tiro um resquício de vida restante;
E a esperança que resiste, ousadamente,
Faz de mim herói dos meus dias.

Vou sobrevivendo tal nuvem esparsa
Moldando a tempestade enquanto não chove.
E, se não chove, manda a terra
A razão de sua existência.

E , ainda assim, vou sobrevivendo
Nas entrelinhas
De um poema ocasional
Que, vivo, pulsa e
Expulsa de mim a angústia emocional
De um tempo massificado.

Uns Versos


Pensei em escrever uns versos.
Comecei, rascunhei, sofri...
Pois, verso tem que sair direito,
Brotado dentrodo peito
Daquele que o produz
E conduz
A uma conjunção harmônica,
Tal e qual filarmônica,
Onde a voz da alma se projete.

Pensei em escrever uns versos
Querendo ser feliz.
Mas a emoção se inibe dizendo
O que não diz.
Verso tem que se expor à prova
Dos que o lêem por simples prazer.
Não importando que o achincalhem,
Pois vale à pena escrever.

Pensei em escrever uns versos
Para que a morte não me apanhe
Ou, se quer , se assanhe
Me impedindo de tecer
As parcas palavras minhas
Onde vivo a sobreviver.
Porque o verso bom de fato
Se refaz de imediato
Toda vez que o se quer ler.

Pensei em escrever uns versos
Com sabor e alegria.
Mas falta a palavra certa
Para dizer o que eu diria.
Pois o verso pretensioso
Não tem lugar, nem encanta
É puro rabisco tosco.
Verso assim não adianta.

Espera


Jurava que virias
Com teu sorriso farto,
Abraços largos e
tuas manias.

Abri as janelas
Para o ar renovar e
Me vesti de espera,
Mera quimera.

Jurava que virias
À noite,
Num frio açoite,
Trazendo o teu calor
Que eu tanto gosto.
E tu, tu não vieste.

 14.5.04

Coisas Faladas


Quero falar de coisas naturais
De coisas não verbais
Que toquem a mim e a você.
Um pouco dos nossos mistérios
Sem os impropérios
Que o mundo tem a oferecer.

Quero falar de vida, de amor...
De volta sem ida e até de dor.
Quero falar de coisas, causas, tudo...
E, quem sabe, de ter você de novo.

 9.5.04

O meu amor


De repente
Meu amor veio me ver.
Cheio de sorrisos
Como fossem guizos,
E uma enorme vontade de viver.
Meu amor tem mistérios que
Só ele sabe ter e
Os traz escondidos na boca,
Nos olhos, nas mãos...
E no seu meigo jeito de ser.

Minha Poesia


A minha poesia
É a minha crença nos conceitos
Do Homem.
Nas suas verdades e não vaidades.
É um simples olhar que lanço e vejo à
Qualquer hora.
É um belo sorriso à espreita.
É uma criança e um jovem.
É o meu despertar a cada dia.
É a chuva que me coíbe,
O sol que me refrigera
E a noite que me isola.
A minha poesia não é só,
Completa a minha vida.
É o espaço que me resta
Mesmo que não seja lida.

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